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O AzLab#15, intitulado A Fotografia como Documento, teve como convidados Duarte Belo e Inês Aguiar, e contou com a moderação de Patrícia Nóbrega. Duarte Belo iniciou a sessão, destacando o trabalho que desenvolveu sobre a Colina de Santana, em 2012, e que teve como objectivo documentar os espaços e as vivências desta zona urbana da cidade de Lisboa. Apresentou, ainda, os trabalhos que tem publicado ao longo da sua carreira, tendo como tema transversal o património, e que constituem um corpo documental que abrange uma grande parte do território português.

Seguiu-se a intervenção de Inês Aguiar, que se centrou no papel da fotografia como documento em História da Arte. A partir do trabalho que desenvolve na Rede de Investigação em Azulejo, Inês Aguiar chamou a atenção para o acto de fotografar; explicou como trabalha as montagens digitais de padrões, mostrando a sua utilidade na simulação de revestimentos mais extensos; e terminou com uma referência à importância das fotografias antigas como forma de conhecimento de um percurso ou de um património desaparecido.

Durante o período de debate, os convidados foram questionados sobre a relevância que a dupla formação de ambos tem na forma de pensar a fotografia e, consequentemente, o seu trabalho actual. As perguntas permitiram a Duarte Belo contar algumas das suas experiências no decorrer dos projectos fotográficos em que tem trabalhado, e que o levam a conhecer o país de forma ímpar. A importância da comunicação e do que se pretende comunicar foi outros dos temas abordados, assim como questões mais práticas relacionadas com a preservação de toda esta informação em suporte digital.

Houve ainda tempo para responder a uma questão colocada no blogue. Veja aqui uma síntese da resposta.

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The AzLab#15, Photographs as documents, had as guests Duarte Belo and Inês Aguiar, and was moderated by Patrícia Nóbrega. Duarte Belo started the session highlighting the work he developed on the Colina de Santana (Santana Hill), in 2012, which aimed to document the spaces and the life in this urban area of Lisbon. He also presented the work he has been publishing throughout his career, having the Heritage as a crosscutting theme, which constitutes a documentary body that covers a large part of the Portuguese territory.

This was followed by the intervention of Inês Aguiar, which focused on the role of photography as a document in History of Art. From the work she’s been developing at the Azulejo Research Network, Inês Aguiar drew attention to the act of photographing; she explained how she works the digital photomontage of azulejo patterns, showing its usefulness when simulating extensive coverings. She ended her presentation with a reference to the importance of old photographs as a way to trace heritage existence throughout the time or in cases where that heritage is already gone.

During the debate, the guests were asked about the relevance of the dual formal education both have when thinking about photography and, consequently, about their work. The questions allowed Duarte Belo to tell some of his experiences over the photographic projects that he has worked, that lead him to travel all over the country. The importance of what we want to communicate was another of the topics discussed, as well as more practical issues related to the preservation of all this information in digital format.

There was still time to respond to a question on the blog. Here is a summary of the answer.

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