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O AzLab#20, intitulado Azulejo & Aprendizagem,  teve como convidadas  Inês Almeida, professora de ourivesaria na Escola Artística António Arroio, e Catarina Valença Gonçalves, da SPIRA, contando com a moderação de Patrícia Nóbrega.

Começando por explicar as várias áreas de ensino artístico da Escola Artística António Arroio, Inês Almeida apresentou, na sua intervenção intitulada “do Azulejo ao Metal”, o trabalho desenvolvido pelos alunos da disciplina de Projecto e Tecnologia de Ourivesaria daquela instituição, que construíram um anel a partir das figuras de convite da azulejaria portuguesa. Explorando a relação entre a história do azulejo e o processo criativo dos alunos, Inês Almeida mostrou as diversas fases deste trabalho, desde os contactos iniciais com diversas imagens de figuras de convite numa cronologia alargada (do século XVIII à contemporaneidade), passando pela investigação e concepção da peça, e terminando na execução do anel na área de oficina. Um dos slides com alguns dos anéis produzidos neste âmbito encontra-se reproduzido nas fotografias que documentam este AzLab.

Por sua vez, Catarina Valença Gonçalves começou por contextualizar o seu trabalho na área da educação patrimonial, destacando a sua empresa – Spira – e os projectos que desenvolve neste contexto, quer em rotas patrimoniais centradas no Alentejo, como a Rota do Fresco, quer em actividades de cariz mais abrangente, como o Mundo Património Lab, em Lisboa. Destacou ainda a Feira do Património, que conta já com três edições, e o Festival Aproxima-te, a decorrer em Maio de 2016. As acções directamente relacionadas com o azulejo foram também mencionadas, merecendo especial destaque o projecto desenvolvido com as escolas de Coimbra, no âmbito da última edição da Feira do Património, que decorreu no Mosteiro de Santa Clara a Velha, em Coimbra, e no qual foram trabalhados, ao nível da expressão plástica, os azulejos hispano-mouriscos aplicados neste espaço conventual.

No período de debate as convidadas manifestaram-se sobre a importância da responsabilidade que as diversas instituições-públicas e privadas têm na criação de mecanismos de aproximação da população ao património cultural e da sua dimensão afectiva.

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The AzLab#20 entitled Azulejo & Learning had as guests Inês Almeida, teacher of goldsmithery at the Antonio Arroio Artistic School, and Catarina Valença Gonçalves, of SPIRA, and was moderated by Patrícia Nóbrega.

Starting by explaining the various areas of artistic tented the work developed by the students of the Project and Goldsmith Technologies discipline of that institution, who have built a ring inspired by the welcoming figures of the Portuguese Azulejo. Exploring the relationship between the history of azulejo and the creative process of the students, Inês Almeida showed the various phases of this work, from the initial perspective to several images of welcoming figures in an enlarged chronology (from the 18th century to contemporaneity), going through the research and design of the piece, and ending with the execution of the ring in the workshop area. One of the slides with some of the rings created in this context is reproduced in the photographs documenting this AzLab.

In turn, Catarina Valença Gonçalves began by contextualizing her work in the field of heritage education, highlighting her company – Spira – and the projects that she’s developing in this context, both in heritage routes in the Alentejo, such as Fresco Route, and in more comprehensive activities, such as Mundo Património Lab, in Lisbon. She also highlighted the Feira do Património (Heritage Fair), which already has three editions, and the Festival Aproxima-te, taking place in May 2016. Actions directly related to the azulejo were also mentioned, deserving a special attention to the project developed with the schools of Coimbra, under the latest edition of the Feira do Património (Heritage Fair), which took place at the Monastery of Santa Clara-a-Velha, in Coimbra, and in which were explored the hispano-moorish azulejos applied in this convent.

During the debate, both guests manifest themselves on the importance of accountability that the various private and public institutions have in the creation of mechanisms of approaching the population to the cultural heritage and its affective dimension.

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