Coleccionismo

Azulejo e coleccionismo

22 de Janeiro de 2014 | 18h00

 

O azulejo português caracteriza-se pela sua dimensão arquitectónica, na medida em que se relaciona com o espaço onde se encontra aplicado e para o qual foi concebido. Mas caracteriza-se, também, pelo diálogo que estabelece com as manifestações artísticas presentes nesse mesmo espaço que, como a arquitectura, tantas vezes simula. Os muitos exemplares que permanecem in situ, um pouco por todo o país, desde os primeiros exemplos de aplicações, ainda no século XV, até à actualidade, testemunham a riqueza de soluções experimentadas por ladrilhadores, pintores ou encomendadores, e que fazem do azulejo português um património único.

 

Retirar qualquer revestimento do espaço em que se integra significa descontextualizá-lo e privá-lo das múltiplas leituras que estiveram na sua origem ou que o enriqueceram ao longo dos tempos. Todavia, nem sempre é possível a preservação destes exemplares in situ e, quando está em risco a perda integral do revestimento, tem-se optado por conservar os azulejos, descontextualizando-os.

 

É este dilema, da conservação in situ e da preservação do possível, aliada ao coleccionismo, que a primeira sessão do AzLab pretende discutir. Contamos com a presença de um importante colecionador, o Eng. Feliciano David, e do director do Museu da Cidade, o Dr. António Miranda.

 

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